Por Gil Nunes

Estimativa divulgada nesta quinta-feira (27) revela que a cidade tem 256.231 habitantes

A população indaiatubana cresceu no último ano o dobro da média brasileira e do Estado de São Paulo. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a cidade tem 4.596 pessoas a mais do há 12 meses. Em 1º de julho de 2019, Indaiatuba tinha 251.627 habitantes. Já este ano são 256.231, que representa um acréscimo de 1,8265%.

Em relação ao Brasil a população cresceu 0,77% na comparação com a estimativa do ano passado. Em 2019, o IBGE estimou um total de 210.147.125 milhões de pessoas. Este ano são 211.755.692 habitantes.

Já São Paulo, que permanece na frente como a unidade da Federação com mais habitantes, o crescimento foi de 0,8%. Em 2019 eram 45.919.049 pessoas e este ano são 46.289.333 habitantes. Desta forma, São Paulo concentra 21,9% da população total do país. Na sequência, os estados mais populosos são Minas Gerais (21,292 milhões) e Rio de Janeiro (17,366 milhões). Já Roraima tem a menor população: 631.181.

Roraima foi mais uma vez o estado com maior crescimento populacional na comparação com o ano anterior: um crescimento de 4,19% frente a 2019. De 2018 para 2019, havia crescido 5,1%.

Já o menor crescimento foi no Piauí, de 0,25%, seguido por Bahia (0,39%) e Rio Grande do Sul (0,40%). Os cinco estados menos populosos, que somam cerca de 5,7 milhões de pessoas, estão todos na região Norte: Roraima, Amapá, Acre, Tocantins e Rondônia.

As estimativas populacionais são um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para o cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios e são referência para vários indicadores sociais, econômicos e demográficos.

Censo 2021

O Censo Demográfico, que ocorreria este ano, foi adiado devido  à pandemia da Covid-19. Para a realização da operação censitária em 2021, o IBGE estabeleceu formalmente com o Ministério da Saúde o compromisso de realocar o orçamento do Censo 2020 em prol das ações de enfrentamento ao coronavírus, mantidas por aquele Ministério. Em contrapartida, no próximo ano, o Ministério da Saúde realocará orçamento no mesmo montante com vistas a assegurar a realização do Censo pelo IBGE.

De modo a contemplar a data de referência dos últimos Censos realizados no Brasil, o próximo Censo Demográfico terá como data de referência o dia 31 de julho de 2021, com coleta de dados prevista entre 1º de agosto e 31 de outubro de 2021.

O governo federal cogita deixar o Censo demográfico que acontece a cada 10 anos para o ano de 2022. Segundo o que foi apurado pelo jornal O Estado de São Paulo, essa previsão já está incluída na proposta orçamentária de 2021 que chega ao Congresso no final de agosto de 2020.

Se assim for feito, os recursos que seriam destinados ao Censo passariam para outras políticas públicas, entre elas um reforço no orçamento do Ministério da Defesa da ordem de R$ 2 bilhões.

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